Boa tarde, Christine, minha amiga querida! Já percebi que você está com pouco tempo, ultimamente, ou mesmo, talvez, um pouco indisposta, não sei. Só espero que tudo esteja bem com você e que o inverno ai não esteja maltratando muito muito, com um frio intenso. Aqui estamos atravessando uma forte onda de calor, em virtude de um ciclone extratropical que atingiu o Sul do Brasil. Hoje o calor está suportável, pois temos chuva. Querida amiga, uma semana maravilhosa para você e sua família! Abraços, Neli.
Eu não diria necessariamente que eu sou "menos exigente" com relação às pessoas com quem eu me relaciono, mas realmente, é difícil aparecer alguém que me tire do sério a ponto de me fazer preferir um distanciamento. E até por eu ter trabalhado em lugares onde acaba havendo muito fluxo de pessoas, desde um restaurante e tele-marmitex onde eu fui trabalhar ainda novo (e ficando ainda meio período numa floricultura que foi o meu primeiro emprego) até o setor de eventos onde o atendimento a festas e convenções empresariais em hotéis quando mudei de Guarulhos para Itanhaém, e na época que trabalhei no setor de expedição numa fábrica onde acabava tendo muito contato com gente do ramo da logística, possivelmente algumas perspectivas foram se abrindo à medida que eu observava e me relacionava com mais pessoas fora daqueles meus núcleos mais próximos de família e amigos. E naturalmente, acabava agregando mais amigos ao meu convívio.
Mas realmente, às vezes pode parecer que não vamos ter nada em comum para conversar com algumas pessoas, mas do nada algum ponto de convergência ou mesmo um assunto que pareceria desinteressante pode se revelar surpreendente. Já parou para conversar sobre assuntos aleatórios com um mecânico, por exemplo? Até quando um mecânico se distrai no meio da conversa por observar algum carro ou moto diferente passando pela rua, e começa a falar com algum entusiasmo sobre o que chamou a atenção dele, é difícil ficar indiferente.
Olá, Adriano, boa tarde. Confesso que fui infeliz na escolha das palavras, no meu último comentário. Eu estava cansada e irritada, mas isso não é desculpa, não é? Na verdade, não tenho qualquer preconceito em relação a quem quer que seja, exceto um: faço tudo para me livrar de pessoas chatas e enfadonhas. Sabe o que persegue os médicos e os advogados, normalmente, em reuniões sociais? Aquelas conversas que se transformam em consultas médicas ou jurídicas, dependendo de quem é a vítima da vez... Pois é, comigo acontece muito isso, quando sabem que lecionei mais de 30 anos Direito Civil e Direito Processual Civil. Quando não é isso, o assunto é sobre esmalte de unha, tratamento de pele ou cabelos, etc. ah! também vem as receitas culinárias, melhores locais para compras... basta! Cansei. Você é feliz, ouve "altos papos" em mais de um idioma sobre mecânica e conversas as mais variadas e interessantes. Tudo isso em meio a pessoas simples que não fazem pose e não representam o papel daquilo que não são. Quanto a conversar assuntos aleatórios com pessoas que pouco ou nada conheço, faço isso muitas vezes e por incrível que pareça, é comum a conversa se tornar agradável, interessante e até instrutiva. Talvez este meu caráter mais retraído e caseiro me impeça de conhecer mais pessoas e fazer mais amizades, mas não será agora, chegando aos 80 que irei mudar isso, não é? Tenho amigos ( poucos) há mais de 55 anos, outros há mais de 20 anos. Alguns outros são mais recentes. Sempre ocupei meu tempo com minha família e também com meus cães( amo cães desde a mais tenra idade). Meus familiares também amam cães, como eu.
Thank you ❤️❤️
ResponderExcluirFrom Christine in Italy
Boa tarde, Christine, minha amiga querida!
ExcluirJá percebi que você está com pouco tempo, ultimamente, ou mesmo, talvez, um pouco indisposta, não sei. Só espero que tudo esteja bem com você e que o inverno ai não esteja maltratando muito muito, com um frio intenso.
Aqui estamos atravessando uma forte onda de calor, em virtude de um ciclone extratropical que atingiu o Sul do Brasil. Hoje o calor está suportável, pois temos chuva.
Querida amiga, uma semana maravilhosa para você e sua família!
Abraços,
Neli.
Eu não diria necessariamente que eu sou "menos exigente" com relação às pessoas com quem eu me relaciono, mas realmente, é difícil aparecer alguém que me tire do sério a ponto de me fazer preferir um distanciamento. E até por eu ter trabalhado em lugares onde acaba havendo muito fluxo de pessoas, desde um restaurante e tele-marmitex onde eu fui trabalhar ainda novo (e ficando ainda meio período numa floricultura que foi o meu primeiro emprego) até o setor de eventos onde o atendimento a festas e convenções empresariais em hotéis quando mudei de Guarulhos para Itanhaém, e na época que trabalhei no setor de expedição numa fábrica onde acabava tendo muito contato com gente do ramo da logística, possivelmente algumas perspectivas foram se abrindo à medida que eu observava e me relacionava com mais pessoas fora daqueles meus núcleos mais próximos de família e amigos. E naturalmente, acabava agregando mais amigos ao meu convívio.
ResponderExcluirMas realmente, às vezes pode parecer que não vamos ter nada em comum para conversar com algumas pessoas, mas do nada algum ponto de convergência ou mesmo um assunto que pareceria desinteressante pode se revelar surpreendente. Já parou para conversar sobre assuntos aleatórios com um mecânico, por exemplo? Até quando um mecânico se distrai no meio da conversa por observar algum carro ou moto diferente passando pela rua, e começa a falar com algum entusiasmo sobre o que chamou a atenção dele, é difícil ficar indiferente.
Olá, Adriano, boa tarde.
ResponderExcluirConfesso que fui infeliz na escolha das palavras, no meu último comentário. Eu estava cansada e irritada, mas isso não é desculpa, não é?
Na verdade, não tenho qualquer preconceito em relação a quem quer que seja, exceto um: faço tudo para me livrar de pessoas chatas e enfadonhas. Sabe o que persegue os médicos e os advogados, normalmente, em reuniões sociais? Aquelas conversas que se transformam em consultas médicas ou jurídicas, dependendo de quem é a vítima da vez... Pois é, comigo acontece muito isso, quando sabem que lecionei mais de 30 anos Direito Civil e Direito Processual Civil. Quando não é isso, o assunto é sobre esmalte de unha, tratamento de pele ou cabelos, etc. ah! também vem as receitas culinárias, melhores locais para compras... basta! Cansei.
Você é feliz, ouve "altos papos" em mais de um idioma sobre mecânica e conversas as mais variadas e interessantes. Tudo isso em meio a pessoas simples que não fazem pose e não representam o papel daquilo que não são.
Quanto a conversar assuntos aleatórios com pessoas que pouco ou nada conheço, faço isso muitas vezes e por incrível que pareça, é comum a conversa se tornar agradável, interessante e até instrutiva.
Talvez este meu caráter mais retraído e caseiro me impeça de conhecer mais pessoas e fazer mais amizades, mas não será agora, chegando aos 80 que irei mudar isso, não é?
Tenho amigos ( poucos) há mais de 55 anos, outros há mais de 20 anos. Alguns outros são mais recentes.
Sempre ocupei meu tempo com minha família e também com meus cães( amo cães desde a mais tenra idade). Meus familiares também amam cães, como eu.